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Ensino

Palestra sobre manejo de plantas daninhas abre Semana Acadêmica de Agronomia da URI

A XIX Semana Acadêmica do Curso de Agronomia da URI tem como temática “Da semente à inteligência de dados: onde a tradição da terra encontra a ciência do amanhã”

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Engenheiro agrônomo Anderson Luis Nunes Gabardo (IFRS) abordou estratégias para o manejo de plantas
Por Assessoria de Comunicação
Foto Divulgação URI Erechim

Aberta na noite de segunda-feira, 24, no Salão de Atos, a XIX Semana Acadêmica do Curso de Agronomia da URI, que tem como temática “Da semente à inteligência de dados: onde a tradição da terra encontra a ciência do amanhã”. 

O ato solene contou com a presença do Diretor Administrativo, Paulo José Sponchiado; do Coordenador do Curso, Amito José Teixeira; da Coordenadora da Semana Acadêmica, Francine Vogel; e da acadêmica Suellen Truylio Riste de Brito, representante dos estudantes. 

Na sequência, os estudantes do Curso, Gabriel Baldissera e Vicente Dal Pizzol, proporcionaram um momento cultural, apresentando números de músicas tradicionalistas com gaita. 

A programação seguiu com a palestra do engenheiro agrônomo Anderson Luis Nunes Gabardo, professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), que abordou estratégias para o manejo de plantas daninhas.

Gabardo, com larga experiência na área, tratou de mecanismos de ação, controle das plantas em estágios iniciais, associação de herbicidas, rotação de culturas, manejo outonal e uso de pré-emergentes.

"A melhor estratégia para controlar plantas daninhas é nunca repetir mecanismo de ação", afirmou. Gabardo também apresentou os efeitos antagônico, aditivo e sinérgico das misturas de herbicidas e utilizou o azevém para explicar a relação entre rotação de culturas e resistência. "Não adianta fazer rotação de cultura e usar os mesmos herbicidas", disse.

Outro tema foi o uso de pré-emergentes, ou seja, herbicidas aplicados diretamente no solo antes que as plantas daninhas comecem a germinar e emergir. Segundo o professor, esses produtos não substituem o manejo em pós-emergência, mas contribuem para criar condições mais favoráveis para o controle.

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