Em tempos rápidos e líquidos, onde as relações transitam pelas avenidas do online,
onde as palavras digitadas tomam o espaço das tão queridas palavras proferidas.
Solidão, solitários,
entre sonhos, utopias e pensares.
E as pessoas sentadas nas varandas parecem ouvir
o Beija-Flor a cantar: “Como vai, senhor Sabiá?”
Nesse momento, chega o senhor João-de-Barro, cantando saudoso:
“Estou à espera do amor, e ele já vai chegar!”
E, nessa troca de pensares entre pássaros e humanos, a certeza é somente uma: dialogar, falar, conversar, amar e amar.
A melhor hora é agora. Bora dar as mãos e abraçar!
Paz e bem em todos os tempos!