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Denúncias levam à regularização de 71 instalações na região do Alto Uruguai em 2025

População fortalece ações da CPFL RGE contra fraudes e furtos de energia

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Cabos de gatos recolhidos pela CPFL em inspeção.png
Por Assessoria
Foto Divulgação

A CPFL RGE regularizou no ano passado 71 instalações na região do Alto Uruguai a partir de denúncias feitas por clientes. Foram cerca de 350 relatos recebidos ao longo do período, que resultaram em inspeções ou operações conjuntas com as autoridades policiais e na recuperação de mais de 220 MWh de energia desviada, o equivalente ao consumo médio de 109 residências por um ano.

“Ao fazer uma denúncia, o cliente está ajudando não somente a tornar o fornecimento de energia melhor e mais justo, mas protegendo vidas. É uma ação individual que contribui com a coletividade”, afirma Daniel Carvalho, gerente de Gestão de Energia e Receita do Grupo CPFL.

Entre os municípios com maior volume de fraudes e furtos identificados na região do Alto Uruguai, a cidade de Erechim está em primeiro lugar com 26 casos. Barão do Cotegipe ocupa a segunda posição com 6 e Getúlio Vargas fica em terceiro com 4 casos.

Veja as 5 cidades da região com maior número de recuperação:

RGE Região Alto Uruguai 2025

 

Município

Denúncias

Fraudes

Erechim

122

26

Barão do Cotegipe

33

6

Getúlio Vargas

14

4

Paim Filho

10

3

Erebango

18

3

 

 

 

 

 

Popularmente conhecidas como “gatos”, as ligações clandestinas e outros tipos de fraude, como adulteração de medidores, comprometem a segurança do sistema, afetam a qualidade do serviço e colocam em risco a população.

Por serem feitas sem critérios técnicos e fora dos padrões, essas conexões ilegais podem sobrecarregar a rede, causando oscilações ou interrompendo o fornecimento. Há ainda o perigo de curtos-circuitos, incêndios e até choques fatais, afetando não apenas o responsável direto, mas também a comunidade ao redor.

Crimes que encarecem a energia

O combate às irregularidades também visa evitar o repasse de custos ao consumidor, destaca Carvalho. “Parte das perdas não técnicas, classificação dos furtos e das fraudes, é considerada nos processos de revisão tarifária da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o que pode encarecer a conta para todos”, explica.

No Brasil, o furto de energia é crime com pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa. Em situações que envolvam fraude, como a adulteração de medidores ou o uso de dispositivos para desvio de energia, a pena pode aumentar, dependendo das circunstâncias. A prática resulta ainda em cobrança retroativa do consumo não registrado e outras sanções administrativas.

Tecnologias contra irregularidades

Além das denúncias, as detecções de irregularidades são apoiadas pelo uso crescente de tecnologias de blindagem pela CPFL RGE. Em 2025, a distribuidora investiu R$ 31,5 milhões nessas soluções, que envolvem a instalação de caixas invioláveis em unidades reincidentes, medidores coletivos no alto de postes e, no segmento industrial, de conjuntos blindados com leitura externa e monitoramento remoto.

“Essas soluções contribuem para ampliar a segurança das instalações e a confiabilidade dos dados de medição”, conclui o gerente.

 SERVIÇO

Os canais da CPFL para registro de denúncias anônimas são o aplicativo CPFL Energia e o site www.cpfl.com.br/fraude.

 

Sobre a CPFL RGE - Responsável por distribuir 65% da energia elétrica consumida no Rio Grande do Sul e atender mais de 3 milhões de clientes em 381 municípios gaúchos, a RGE é hoje a maior distribuidora da CPFL Energia em extensão territorial e número de cidades atendidas. A área de concessão da companhia, que é resultado do agrupamento das distribuidoras RGE e RGE Sul, realizado em janeiro de 2019, totaliza 189 mil km² de extensão, abrangendo as áreas urbanas e rurais das regiões Metropolitana, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do estado.

Os investimentos feitos pela CPFL RGE contribuem para o desenvolvimento socioeconômico de locais de fundamental importância para a economia do estado, que vão desde fortes polos turísticos, agrícolas e pecuários, até grandes centros industriais e comerciais, trazendo mais bem-estar, conforto e infraestrutura para a vida de 7,4 milhões de gaúchos.

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